Página destinada à publicação dos textos e outros trabalhos dos meus alunos do 7ºE

Sábado, 11 de Abril de 2009

Quando nasceu a aurora de belas tranças, Ulisses e Telémaco foram para a caça com o seu novo cão: Arcos Argos. Enquanto isto, Penélope foi confirmar se eles tinham mesmo ido à caça e logo a seguir, Penélope chamou as servas e disse:

-Vamos fazer uma grande festa-surpresa a Ulisses! Vai ser uma grande festa onde não vai faltar de comer, de beber e claro música. Vinte servas à fonte, trinta vão para a cozinha preparar a comida e as bebidas, dez vão limpar a casa, duas vão chamar os músicos e duas vão chamar os arautos para dizer à população que vai haver a festa, mas sem dizer a Ulisses, e chamem também os deuses.

E assim foi. Quando as servas vieram da fonte com a água foram ajudar as outras servas.

 Pouco depois apareceram os músicos e o vocalista disse para Penélope:

-Bom dia majestade. Somos os músicos e temos novos instrumentos: a guitarra, a bateria e o piano.

-Boa! – exclamou Penélope – quero que Ulisses perceba o que eu sinto por ele.

 Quando o sol estava já no cimo do céu, estava tudo pronto, a comida; as bebidas e tudo o resto estava a brilhar e já tinham chegado os convidados.

 Quando Ulisses e Telémaco estavam já no pátio, foram-se esconder todos e quando Ulisses abriu a porta, os convidados gritaram:

-Surpresa

-Obrigado pela grande festa – agradeceu Ulisses – uma festa que nunca esquecerei.

-É hora da dança – disse o cantor – agarrem na vossa dama e comecem a dançar.

 E a festa durou até que a Aurora de belas tranças desapareceu.

 

André

 

 

 

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publicado por ML às 18:41

Tinha nascido a aurora de belas tranças e a guerra de Tróia acabara. Eu, o Deus Amononix (Deus da Trapalhada), acompanhei Diolisís, a maior guerreira da guerra de Tróia, que já sofrera muito por ter perdido pessoas de família e amigos na guerra. 

Para conseguir entrar na sua nau de regresso, transformei-me em mulher, com o fato de guerra e uma espada. Entrei e logo Diolisís mandou-nos dirigir para a ilha Acatí. Muitos perigos apareceram, mas eu fiz com que esses perigos desaparecessem. No entanto, houve uma altura em que nós estávamos a dormir e, por azar, apareceu uma tempestade em que fomos parar a uma ilha em que os deuses imortais não têm poderes!

Quando chegou a manhã, Diolisís e eu saímos da nau e reparámos que estávamos na terrível “ilha dos tartinfuros”. Perante isto, Diolisís disse assim para nós:

- Estamos na ilha dos tartinfuros, terríveis criaturas, pois comem os corações e os olhos que para eles são os mais saborosos. Muitos tripulantes já embarcaram aqui sem saber onde estavam e pouco restou deles, por isso vamos acampar numa floresta ao pé da praia e sair desta ilha rapidamente. Não podemos contar com os deuses, pois os tartinfuros criaram uma barreira em que os deuses não conseguem usar os poderes.

Ouvindo isto, senti um arrepio.

Acabámos por dar meia à volta ilha, até encontrarmos uma floresta ao pé da praia e quando ela nos deu ordens começámos logo a trabalhar. Eu não tinha poderes e agora podia ver como era terrível não ter poderes, era cansativo e só me apetecia descansar, mas não podia dar nas vistas e por isso continuei a trabalhar. Até achei que as mulheres trabalhavam mais que eu, verdade seja dita!

Quando a aurora de belas tranças se estava a deitar, apareceram vinte tartinfuros nos quais nós, quer dizer elas, desculpem, mataram todos menos dois que acabaram por me raptar e levar para o seu rei:

- Quem és, de onde vens e o que estás aqui a fazer? -perguntou o rei dos tartinfuros.

- Não sei, não digo, esqueci-me e digo já que és muito chato! – respondi eu.

- Pois bem, se não sabes, não dizes e esqueceste,  vais mudar de ideia nas masmorras. Guardas!

Enquanto isto, Diolisís disse assim para as tripulantes:

- Tenho um plano para resgatar a companheira, que além de ser muito cabeça na lua, esforça-se muito e por isso deve ser poupada. Eu vou resgatá-la e vocês vão continuar a construir a nau.

E dizendo isto, veio salvar-me, pois já estava a ficar com medo, pois aquela masmorra metia cá um medo!

Quando Diolisís chegou disse assim para o rei:

- Tira já a minha companheira da masmorra.

- Porquê? -disse o rei – Vais chorar pró pé do teu paizinho e fazer queixinhas?

- Poupa-me, e agora vais ver o que te acontece por dizeres isto.

E dizendo isto escorregou no tapete e caiu, fez um dói-dói e começou a fazer beicinho! Bem… espera, isso foi quando eu tinha nove anos! Vamos retomar à história, que vergonha ter contado isto na história errada!

 E dizendo isto, cortou a cabeça do rei e dirigiu-se à masmorra e logo disse eu para ela:

- Obrigado por me salvares, já estava quase a chorar de medo.

E logo em seguida voltámos para a nau que já estava pronta e assim saímos daquela ilha num instante.

Quando era noite e estava toda a gente a dormir menos eu e Diolisís, transformei-me em deus e disse assim para ela:

- Mostraste grande valentia para me salvar, enquanto eu mostrei… tu sabes o quê, agora dou-te ainda mais valentia e digo-te que vou sempre olhar por ti.

  E dizendo isto, voei para o Monte Olimpo.

 

André

 

publicado por ML às 18:40

O mundo do chocolate

 

Tinha acabado de ver o meu programa favorito, quando me deu vontade de comer um doce. Fui ver o que havia, mas não havia nada. Então, decidi ir comprar chocolate à loja “CHOCOLATOS DOCUS”, uma loja que só vende chocolates. Fui certificar-me se tinha dinheiro que chegasse, calcei os ténis e fui à loja. Estava um dia ensolarado e quente. A loja era mesmo a um quarteirão da minha casa, cheguei lá num instante. Entrei, mas não estava lá o lojista, chamei-o, mas nada. Então decidi entrar na parte interior da loja. Havia uma porta com uma tábua a dizer “Não entre”, mas a minha curiosidade era tanta que decidi entrar. Mal entrei, caí de uma grande distância do céu. Caí em cima de uma espécie de palha de chocolate. Aquele era um mundo estranho… O rio era de leite de chocolate, o passeio de barras de chocolate e os animais e as pessoas eram feitos de estatuetas de chocolate. Mas de repente começou a chover leite com chocolate. Parecia mentira, mas aquilo era o mundo do chocolate! Decidi então procurar o lojista. Atravessei a ponte e rapidamente encontrei o lojista caído num buraco e fui à procura de uma corda, mas não encontrei. Depois tive a ideia de fazer uma escada de barras de chocolate comendo-o e assim esculpi uma escada doce. Devo ter engordado uns cinco quilos!

Depois de o dono ter saído do buraco, ele explicou-me que era um mundo achocolatado e disse que podia ir àquele mundo sempre que quisesse, desde que contasse às crianças para poderem também lá ir . Eu concordei com ele e passada uma semana já estava a loja cheia para verem e comer aquele mundo achocolatado. Mas eu é que não voltei a comer chocolate tão depressa!

 

André

 

 

 

publicado por ML às 18:09

  Penélope ficou contente com o regresso de Ulisses e decidiu realizar uma festa em honra do herói, na qual toda a população participou e até alguns deuses.

   O dia da festa tinha finalmente chegado! Todas as servas tinham uma tarefa para fazer: limpar a casa, cozinhar, lavar toalhas e arrumar o salão.

   Os homens da casa iam buscar lenha e matar os animais para o grande banquete. Telémaco saiu para anunciar a festa a toda a gente. Os convidados especiais eram Atena e o seu pai Zeus, pois Atena era a melhor amiga de Ulisses .

   A festa teve início às 20h00 da noite e todas as pessoas de Ítaca estavam lá para festejar o regresso do astucioso Ulisses. Atena estava sentada ao lado de Ulisses e, quando um mortal lhe pediu para ir dançar com ela, ela aceitou.

   Penélope dançou com Ulisses toda a noite sem parar para matar as saudades do seu querido amor, que já não via há vinte anos, ou seja, desde que partira para Tróia.

  Foi uma grande festa, na grande cidade de Ítaca.

 

Carla

 

 

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publicado por ML às 17:58

Sexta-feira, 03 de Outubro de 2008

Era uma vez uma vila que se chamava Tristevila , pois a população andava sempre triste e preocupada com a sua família e com as suas casas. 

Havia razões para isso, pois desde há uns tempos para cá tinha começado a haver alguns assaltos. Na Tristevila havia idosos, crianças, adolescentes e adultos. Nos últimos dias ainda só tinham assaltado o café da vila e a mercearia. O pior e que os assaltos não pararam, antes pelo contrário, aumentavam cada vez mais, pois agora também tinham começado a roubar as reformas aos idosos. Isto não podia continuar, e nem a polícia tinha muitas pistas. Sabiam apenas que os assaltantes eram três e que se vestiam de chineses. Não demorou muito até que a notícia se espalhou e chegou às outras cidades. Depois de a notícia ter passado por várias vilas, chegou a vila Heroína e o presidente da câmara assim que ouviu a notícia, decidiu fazer algo para ajudar e por isso mandou um dos seus melhores seguranças.

E lá foi o seu melhor segurança. Este esteve lá durante alguns meses a investigar, até que teve uma ideia:

- Tive uma ideia - disse ele

- Nenhum ladrão é perfeito, tem que dar pelo menos um passo em falso, e aí nós vamos apanhá-lo.

E assim foi. No último assalto que eles fizeram não usaram luvas, e foi por isso que os conseguiu apanhar no supermercado que tinha sido assaltado. Tiraram as impressões digitais, e foi aí que ele os apanhou.

E a partir desse dia nunca mais houve assaltos e a vila, em vez de se chamar Tristevila, passou a chamar-se Felizvila.

E viveram felizes para sempre…

       
Fátima A                              

 

 

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publicado por ML às 22:41

Quarta-feira, 01 de Outubro de 2008

Era uma vez a Madalena, a Ana, a Raquel e a Mónica. Todas frequentavam o terceiro ano da escola de D. Sebastião, em Odeceixe. Apesar das diferenças físicas, estas quatro raparigas tornaram-se inseparáveis, pois tinham muitas qualidades em comum.  

Seguiram juntas até ao 10º ano, mas já a meio do primeiro período, a turma recebeu uma nova aluna, a Rita. Com o passar dos tempos a Ana foi-se aproximando da Rita, esquecendo-se das suas amigas, que apesar disso não lhe deixaram de falar.

No ano seguinte, a Rita teve que sair da escola, pois os seus pais iam para a Austrália e ela teve que os acompanhar. Já sem a companhia da Rita, a Ana voltou a procurar a amizade das suas velhas companheiras. Sem hesitação nem remorsos, a Ana voltou a partilhar o dia-a-dia e o espaço com a Madalena, com a Raquel e com a Mónica.

Com este gesto, a Ana ficou a conhecer o verdadeiro sentido da «AMIZADE».

 

 Catarina

 

 

 

publicado por ML às 21:59

Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

 

 

Este espaço, sob a orientação da professora de Língua Portuguesa, destina-se aos alunos do 7ºE que queiram partilhar ou manifestar a sua opinião relativamente à vida escolar, bem como a divulgar os seus trabalhos, projectos, actividades e outros.

Será também uma forma de motivar os alunos para a comunicação, para a leitura e para a manifestação dos seus sentimentos e opiniões, ou seja, um bom meio para o desenvolvimento do espírito crítico.

Através do blogue, os alunos terão a possibilidade de partilhar com uma vasta comunidade aquilo que aprenderam - uma visibilidade muito maior que a cartolina na parede da sala de aula, ou a exposição escolar no final do ano lectivo.

Desejamos a todos um excelente ano lectivo.

Visitem-nos e deixem a vossa opinião!

Maria

publicado por ML às 23:04

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renato o teu texto esta espetacular!!!!!!!!!!!!!!!...
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oi Patricia gostei muito mas mesmo muito do teu co...
boa ta espetacular..diz tudu akilo ke e verdade......
ta bué fixe..............
claro que é o melhor blog!!!! 7ºE beijos para todo...
esta história esta muito gira, vê-se mesmo de quem...
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