Página destinada à publicação dos textos e outros trabalhos dos meus alunos do 7ºE

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Quando Ulisses chegou finalmente, Penélope decide dar uma festa e pede a Telémaco e aos seus amigos para irem avisar a cidade inteira que ia haver festa no palácio de Ulisses, em Ítaca, às vinte  horas, no dia 31 de Fevereiro .

Assim foi. Telémaco e os seus amigos foram à cidade para espalhar panfletos e convites a avisar que ia haver uma festa no palácio.

Às vinte horas do dia 31 de Fevereiro já estava o palácio a “bombar” com Dionísio (deus do vinho e da aguardente) a orientar as bebidas, com DJ Zeus (deus dos deuses) no rádio a pôr os sons, com Afrodite (deusa da beleza) a pôr todas as pessoas da festa bonitas e o Frikiniki (deus do fogo) a grelhar a carne.

A festa tinha tudo para dar certo, até que Ulisses e Atena desaparecem e Penélope vai procurá-los . Infelizmente (para ela, claro), encontrou Ulisses e Atena  no prazer do amor no quarto de Ulisses e,  zangada e revoltada, decide pegar fogo à casa para gratinar Ulisses. Assim foi.  Penélope pegou fogo à casa e quando Ulisses já estava em apuros ( o que aconteceu rapidamente) eis que, de repente apareceu o deus Buble (deus da água) que apaga o fogo. Claro está que depois Zeus decidiu prender Ulisses por traição e Penélope por tentativa de homicídio.

Telémaco, um rapaz bem comportado, foi depois atacado por F3lix (deus do amor) e ficou apaixonado por uma rapariga com quem depois casou.

No fim, ambos ficaram a comandar Ítaca.

Entretanto Penélope e Ulisses viveram felizes para sempre…na prisão.

 

Renato

 

 

publicado por ML às 23:21

Sábado, 11 de Abril de 2009

Quando nasceu a aurora de belas tranças, Ulisses e Telémaco foram para a caça com o seu novo cão: Arcos Argos. Enquanto isto, Penélope foi confirmar se eles tinham mesmo ido à caça e logo a seguir, Penélope chamou as servas e disse:

-Vamos fazer uma grande festa-surpresa a Ulisses! Vai ser uma grande festa onde não vai faltar de comer, de beber e claro música. Vinte servas à fonte, trinta vão para a cozinha preparar a comida e as bebidas, dez vão limpar a casa, duas vão chamar os músicos e duas vão chamar os arautos para dizer à população que vai haver a festa, mas sem dizer a Ulisses, e chamem também os deuses.

E assim foi. Quando as servas vieram da fonte com a água foram ajudar as outras servas.

 Pouco depois apareceram os músicos e o vocalista disse para Penélope:

-Bom dia majestade. Somos os músicos e temos novos instrumentos: a guitarra, a bateria e o piano.

-Boa! – exclamou Penélope – quero que Ulisses perceba o que eu sinto por ele.

 Quando o sol estava já no cimo do céu, estava tudo pronto, a comida; as bebidas e tudo o resto estava a brilhar e já tinham chegado os convidados.

 Quando Ulisses e Telémaco estavam já no pátio, foram-se esconder todos e quando Ulisses abriu a porta, os convidados gritaram:

-Surpresa

-Obrigado pela grande festa – agradeceu Ulisses – uma festa que nunca esquecerei.

-É hora da dança – disse o cantor – agarrem na vossa dama e comecem a dançar.

 E a festa durou até que a Aurora de belas tranças desapareceu.

 

André

 

 

 

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publicado por ML às 18:41

Tinha nascido a aurora de belas tranças e a guerra de Tróia acabara. Eu, o Deus Amononix (Deus da Trapalhada), acompanhei Diolisís, a maior guerreira da guerra de Tróia, que já sofrera muito por ter perdido pessoas de família e amigos na guerra. 

Para conseguir entrar na sua nau de regresso, transformei-me em mulher, com o fato de guerra e uma espada. Entrei e logo Diolisís mandou-nos dirigir para a ilha Acatí. Muitos perigos apareceram, mas eu fiz com que esses perigos desaparecessem. No entanto, houve uma altura em que nós estávamos a dormir e, por azar, apareceu uma tempestade em que fomos parar a uma ilha em que os deuses imortais não têm poderes!

Quando chegou a manhã, Diolisís e eu saímos da nau e reparámos que estávamos na terrível “ilha dos tartinfuros”. Perante isto, Diolisís disse assim para nós:

- Estamos na ilha dos tartinfuros, terríveis criaturas, pois comem os corações e os olhos que para eles são os mais saborosos. Muitos tripulantes já embarcaram aqui sem saber onde estavam e pouco restou deles, por isso vamos acampar numa floresta ao pé da praia e sair desta ilha rapidamente. Não podemos contar com os deuses, pois os tartinfuros criaram uma barreira em que os deuses não conseguem usar os poderes.

Ouvindo isto, senti um arrepio.

Acabámos por dar meia à volta ilha, até encontrarmos uma floresta ao pé da praia e quando ela nos deu ordens começámos logo a trabalhar. Eu não tinha poderes e agora podia ver como era terrível não ter poderes, era cansativo e só me apetecia descansar, mas não podia dar nas vistas e por isso continuei a trabalhar. Até achei que as mulheres trabalhavam mais que eu, verdade seja dita!

Quando a aurora de belas tranças se estava a deitar, apareceram vinte tartinfuros nos quais nós, quer dizer elas, desculpem, mataram todos menos dois que acabaram por me raptar e levar para o seu rei:

- Quem és, de onde vens e o que estás aqui a fazer? -perguntou o rei dos tartinfuros.

- Não sei, não digo, esqueci-me e digo já que és muito chato! – respondi eu.

- Pois bem, se não sabes, não dizes e esqueceste,  vais mudar de ideia nas masmorras. Guardas!

Enquanto isto, Diolisís disse assim para as tripulantes:

- Tenho um plano para resgatar a companheira, que além de ser muito cabeça na lua, esforça-se muito e por isso deve ser poupada. Eu vou resgatá-la e vocês vão continuar a construir a nau.

E dizendo isto, veio salvar-me, pois já estava a ficar com medo, pois aquela masmorra metia cá um medo!

Quando Diolisís chegou disse assim para o rei:

- Tira já a minha companheira da masmorra.

- Porquê? -disse o rei – Vais chorar pró pé do teu paizinho e fazer queixinhas?

- Poupa-me, e agora vais ver o que te acontece por dizeres isto.

E dizendo isto escorregou no tapete e caiu, fez um dói-dói e começou a fazer beicinho! Bem… espera, isso foi quando eu tinha nove anos! Vamos retomar à história, que vergonha ter contado isto na história errada!

 E dizendo isto, cortou a cabeça do rei e dirigiu-se à masmorra e logo disse eu para ela:

- Obrigado por me salvares, já estava quase a chorar de medo.

E logo em seguida voltámos para a nau que já estava pronta e assim saímos daquela ilha num instante.

Quando era noite e estava toda a gente a dormir menos eu e Diolisís, transformei-me em deus e disse assim para ela:

- Mostraste grande valentia para me salvar, enquanto eu mostrei… tu sabes o quê, agora dou-te ainda mais valentia e digo-te que vou sempre olhar por ti.

  E dizendo isto, voei para o Monte Olimpo.

 

André

 

publicado por ML às 18:40

Quarta-feira, 01 de Outubro de 2008

Era uma vez a Madalena, a Ana, a Raquel e a Mónica. Todas frequentavam o terceiro ano da escola de D. Sebastião, em Odeceixe. Apesar das diferenças físicas, estas quatro raparigas tornaram-se inseparáveis, pois tinham muitas qualidades em comum.  

Seguiram juntas até ao 10º ano, mas já a meio do primeiro período, a turma recebeu uma nova aluna, a Rita. Com o passar dos tempos a Ana foi-se aproximando da Rita, esquecendo-se das suas amigas, que apesar disso não lhe deixaram de falar.

No ano seguinte, a Rita teve que sair da escola, pois os seus pais iam para a Austrália e ela teve que os acompanhar. Já sem a companhia da Rita, a Ana voltou a procurar a amizade das suas velhas companheiras. Sem hesitação nem remorsos, a Ana voltou a partilhar o dia-a-dia e o espaço com a Madalena, com a Raquel e com a Mónica.

Com este gesto, a Ana ficou a conhecer o verdadeiro sentido da «AMIZADE».

 

 Catarina

 

 

 

publicado por ML às 21:59

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