Página destinada à publicação dos textos e outros trabalhos dos meus alunos do 7ºE

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
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A beleza de uma rosa é admirável
Bonita, cheirosa e amável
Mas, se a poluição continuar,
Isto poderá acabar.

Uma vez vi um girassol ao pé do mar
Coisa que custa imaginar
Quando dei por mim…
Estava a olhar para o fim

Do mar
Vi algo a brilhar
Era o sol, certamente
Que me fazia sonhar.

 

Fábio

 

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publicado por ML às 23:57

Quando Ulisses chegou finalmente, Penélope decide dar uma festa e pede a Telémaco e aos seus amigos para irem avisar a cidade inteira que ia haver festa no palácio de Ulisses, em Ítaca, às vinte  horas, no dia 31 de Fevereiro .

Assim foi. Telémaco e os seus amigos foram à cidade para espalhar panfletos e convites a avisar que ia haver uma festa no palácio.

Às vinte horas do dia 31 de Fevereiro já estava o palácio a “bombar” com Dionísio (deus do vinho e da aguardente) a orientar as bebidas, com DJ Zeus (deus dos deuses) no rádio a pôr os sons, com Afrodite (deusa da beleza) a pôr todas as pessoas da festa bonitas e o Frikiniki (deus do fogo) a grelhar a carne.

A festa tinha tudo para dar certo, até que Ulisses e Atena desaparecem e Penélope vai procurá-los . Infelizmente (para ela, claro), encontrou Ulisses e Atena  no prazer do amor no quarto de Ulisses e,  zangada e revoltada, decide pegar fogo à casa para gratinar Ulisses. Assim foi.  Penélope pegou fogo à casa e quando Ulisses já estava em apuros ( o que aconteceu rapidamente) eis que, de repente apareceu o deus Buble (deus da água) que apaga o fogo. Claro está que depois Zeus decidiu prender Ulisses por traição e Penélope por tentativa de homicídio.

Telémaco, um rapaz bem comportado, foi depois atacado por F3lix (deus do amor) e ficou apaixonado por uma rapariga com quem depois casou.

No fim, ambos ficaram a comandar Ítaca.

Entretanto Penélope e Ulisses viveram felizes para sempre…na prisão.

 

Renato

 

 

publicado por ML às 23:21

Era uma vez um rapaz que se chamava Jess, morava com a mãe, com o pai e com a sua irmã Meddy.

Na escola estavam a preparar uma competição para os alunos correrem, o Jess e a sua turma iam participar, mas nesta corrida só iam rapazes, até que, o rapaz viu que uma rapariga ia correr também. Quando a corrida acabou, ela tentou conhecê-lo, mas o Jess não quis.

Quando o rapaz ia para casa viu que a rapariga também ia e perguntou-lhe:

- Andas a seguir-me?

- Não, eu sou tua vizinha, logo, vim para a minha casa. -respondeu a Lesly.

No dia seguinte, a rapariga tentou conhecer o rapaz outra vez e por fim conseguiu, a partir desse momento eles ficaram amigos muito amigos mesmo. Ao fim da tarde, quando iam para casa, a rapariga disse:

- Vamos fazer uma corrida?

- Sim, vamos – respondeu o rapaz – um…dois…três…partida - disse o rapaz.

E começaram a correr, divertiram-se tanto que nem deram conta que já estavam no meio da floresta.

Quando acabaram a corrida, viram um rio com uma corda pendurada na árvore e a Lesly disse:

- Vamos passá-lo, e vamos fazer com que este seja o nosso lugar secreto vamos chamá-lo de Petruil.

O Jess não achou muita graça quando a rapariga disse para passarem o rio pela corda, pois a corda já estava pendurada há muito tempo, mas ele aceitou e foi.

Mais à frente viram um carro já muito velho no meio da floresta, a rapariga começou a dizer que era o carro do rei das trevas, e que os seus prisioneiros estavam à espera que eles os salvassem. Assim que a Lesly acabou de falar, eles ouviram correntes no chão e o rapaz perguntou:

- Lesly o que é isto?

-Isto são os cavaleiros do rei das trevas, ele mandou-os para nos assustarem para depois nós fugirmos. – respondeu a rapariga.

E continuaram, até que se depararam com uma casa na árvore que estava já muito velha também, mas que eles adoraram-na. Subiram para a ver, mas de repente começaram a cair pinhas mas estas não eram pinhas normais, eram granadas. Assim que o rapaz as viu, mandou-as logo para longe, depois olharam para cima para ver quem é que as estava a atirar e viram que eram esquilos muito peludos e com dentes e garras muito afiadas. Eles, em vez de fugirem,  começaram a lutar com aqueles terríveis monstros e estes acabaram por ir embora.

Mais tarde, o Jess e a Lesly foram para casa e combinaram em voltar lá outra vez para arranjar a casa.

Joana A. 
 

publicado por ML às 23:17

Ulisses tinha chegado naquele momento! Tinha sido uma sensação fantástica o facto de ver o seu marido de volta, por isso Penélope logo mandou os seus servos limparem a casa e arranjarem coisas para o festim, enquanto ela ia organizando os convites. Depois de Ulisses lhe ter contado a sua história e de lhe ter contado que estava a ser ajudado por alguns deuses, Penélope decidiu convidá-los, pois sem a sua ajuda, o seu marido poderia não ter regressado a casa.

Enquanto o festim estava a decorrer, a deusa do amor decidiu proporcionar um encontro entre Telémaco e uma linda rapariga que se chamava Sofia, e estes logo se apaixonaram ao primeiro olhar. Mas os pretendentes ainda não tinham desistido do seu plano e quiseram pô-lo à prova, embora não conseguindo, pois havia magia à sua volta, o que não lhes deixava aproximar de ninguém. Altínoo queria vingar-se e pôs picos no chão para que Ulisses se picasse, mas correu mal, pois quem se acabou por picar foi outro pretendente e por isso ficaram todos uns contra os outros. A festa foi muito boa, pois os pretendentes não conseguiram fazer o que queriam, mas sim unir mais a família de Ulisses.

 

Ana

 

publicado por ML às 22:57

Vou contar-vos uma história que eu Roxy (deusa do surf) presenciei.

É a história de um herói, que sofreu bastante na guerra de Tróia. Este herói atravessou montanhas, tempestades perigosíssimas, monstros horríveis, tudo para alcançar o amor da sua vida, por isso, o que vos vou contar vai ser um bocado surpreendente.

O herói era uma autêntica criança quando o conheci, ele chamava-se Von Zipper. Este tinha cabelos loiros e olhos verdes bem expressivos. Von Zipper era o mais jovem de todos os combatentes, com isto ele tornou-se homem mais cedo uma vez que, na guerra, sofreu mais do que quando a morte chega a um homem esfomeado. Mais tarde, ele foi ao encontro da sua amada pedir-lhe a sua mão em casamento.

-Mãe, podes dizer-nos quem era a sua misteriosa amada?

-Claro que sim. Essa amada era eu e este herói era o vosso pai. Espero que com isto tenham percebido o quanto um herói sofre, e mesmo assim consegue estar aqui hoje presente com mais vida do que nunca. Querido agora vem tu contar aos teus pequenos heróis tudo o que sofreste.

Catarina  

 

 

publicado por ML às 22:54

     Certo dia fui para lá de tudo, vi o mundo de outra maneira. Vi crianças com deficiências graves, sem pés e sem mãos… Fiquei chocada, pois não imaginava que houvesse tais problemas.

    Quis ser médica pediatra, pois eu queria arranjar cura para todos aqueles problemas. Isto aconteceu quando eu tinha dez anos e fui parar ao hospital. Fiquei um ano em coma e, enquanto lá estive, fui muito bem tratada e ajudada. Por isso quero ajudar os outros, tal como me ajudaram a mim.

    E assim foi. Hoje sou médica pediatra, descobri um novo Mundo, tratei muitas crianças e ajudei-as a descobrir também esse mesmo Mundo.

 

Catarina

publicado por ML às 22:50

...

  

  Era uma vez um rapaz que se chamava João, tinha treze anos e vivia numa aldeia.

  O João era muito aventureiro e, certa noite, ouviu quatro marinheiros a dizerem que não conseguiam passar o Estreito de Gibraltar. Ouvindo isto, João virou-se para os quatro homens e disse:

 - Eu consigo!!!

 - Ahhh! Ahhh! Ahhh! – Riram-se os marinheiros. – Tu, um puto de treza anos sozinho no mar! Deve ser deve!

 - A sério! Só preciso de um barco e de vinte marinheiros fortes e destemidos. – Disse o rapaz.

- Está bem, mas se não conseguires passá-lo num mês, quando voltarmos serás meu criado durante o resto do ano. – afirmou o homem.

 - Está bem, mas se eu conseguir passá-lo vocês serão meus criados durante dois anos. – respondeu o João.

  No dia seguinte eles partiram.

  A viagem foi bastante complicada para o rapaz, pois o Manuel, um dos quatro marinheiros, andava sempre a chateá-lo dizendo: -“Olha que o teu tempo está a escassear.”

  O rapaz já quase que não dormia, pois ele queria ser conhecido por todo o mundo.

  Eles já iam na segunda semana e ainda não iam a meio do caminho.

  O João estava muito preocupado porque de manhã tinha avistado de longe, um tubarão que, pelo aspecto parecia ser o tubarão mais temido do mundo “ O tubarão Touro.”

  Então, o João foi chamar o Manuel e os outros homens.

 - Homens, homens um tubarão Touroooo. – Gritou o João aflito.

  O Marcelo, um dos marinheiros, disse:

 - Tive uma ideia. Vamos buscar as armas e matá-lo.

  Pouco tempo depois… puum, tinham conseguido matá-lo e apanhá-lo para o levarem para a sua terra.

  Por fim, o resto da viagem foi muito tranquila e ao fim da terceira semana chegaram a África sãos e salvos.

  Então os homens tiveram de ser criados dele durante dois anos.

  E João ficou conhecido por todo o mundo como um jovem muito contente.

 

Joana

 

 

publicado por ML às 22:42

Sábado, 11 de Abril de 2009

Quando nasceu a aurora de belas tranças, Ulisses e Telémaco foram para a caça com o seu novo cão: Arcos Argos. Enquanto isto, Penélope foi confirmar se eles tinham mesmo ido à caça e logo a seguir, Penélope chamou as servas e disse:

-Vamos fazer uma grande festa-surpresa a Ulisses! Vai ser uma grande festa onde não vai faltar de comer, de beber e claro música. Vinte servas à fonte, trinta vão para a cozinha preparar a comida e as bebidas, dez vão limpar a casa, duas vão chamar os músicos e duas vão chamar os arautos para dizer à população que vai haver a festa, mas sem dizer a Ulisses, e chamem também os deuses.

E assim foi. Quando as servas vieram da fonte com a água foram ajudar as outras servas.

 Pouco depois apareceram os músicos e o vocalista disse para Penélope:

-Bom dia majestade. Somos os músicos e temos novos instrumentos: a guitarra, a bateria e o piano.

-Boa! – exclamou Penélope – quero que Ulisses perceba o que eu sinto por ele.

 Quando o sol estava já no cimo do céu, estava tudo pronto, a comida; as bebidas e tudo o resto estava a brilhar e já tinham chegado os convidados.

 Quando Ulisses e Telémaco estavam já no pátio, foram-se esconder todos e quando Ulisses abriu a porta, os convidados gritaram:

-Surpresa

-Obrigado pela grande festa – agradeceu Ulisses – uma festa que nunca esquecerei.

-É hora da dança – disse o cantor – agarrem na vossa dama e comecem a dançar.

 E a festa durou até que a Aurora de belas tranças desapareceu.

 

André

 

 

 

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publicado por ML às 18:41

Tinha nascido a aurora de belas tranças e a guerra de Tróia acabara. Eu, o Deus Amononix (Deus da Trapalhada), acompanhei Diolisís, a maior guerreira da guerra de Tróia, que já sofrera muito por ter perdido pessoas de família e amigos na guerra. 

Para conseguir entrar na sua nau de regresso, transformei-me em mulher, com o fato de guerra e uma espada. Entrei e logo Diolisís mandou-nos dirigir para a ilha Acatí. Muitos perigos apareceram, mas eu fiz com que esses perigos desaparecessem. No entanto, houve uma altura em que nós estávamos a dormir e, por azar, apareceu uma tempestade em que fomos parar a uma ilha em que os deuses imortais não têm poderes!

Quando chegou a manhã, Diolisís e eu saímos da nau e reparámos que estávamos na terrível “ilha dos tartinfuros”. Perante isto, Diolisís disse assim para nós:

- Estamos na ilha dos tartinfuros, terríveis criaturas, pois comem os corações e os olhos que para eles são os mais saborosos. Muitos tripulantes já embarcaram aqui sem saber onde estavam e pouco restou deles, por isso vamos acampar numa floresta ao pé da praia e sair desta ilha rapidamente. Não podemos contar com os deuses, pois os tartinfuros criaram uma barreira em que os deuses não conseguem usar os poderes.

Ouvindo isto, senti um arrepio.

Acabámos por dar meia à volta ilha, até encontrarmos uma floresta ao pé da praia e quando ela nos deu ordens começámos logo a trabalhar. Eu não tinha poderes e agora podia ver como era terrível não ter poderes, era cansativo e só me apetecia descansar, mas não podia dar nas vistas e por isso continuei a trabalhar. Até achei que as mulheres trabalhavam mais que eu, verdade seja dita!

Quando a aurora de belas tranças se estava a deitar, apareceram vinte tartinfuros nos quais nós, quer dizer elas, desculpem, mataram todos menos dois que acabaram por me raptar e levar para o seu rei:

- Quem és, de onde vens e o que estás aqui a fazer? -perguntou o rei dos tartinfuros.

- Não sei, não digo, esqueci-me e digo já que és muito chato! – respondi eu.

- Pois bem, se não sabes, não dizes e esqueceste,  vais mudar de ideia nas masmorras. Guardas!

Enquanto isto, Diolisís disse assim para as tripulantes:

- Tenho um plano para resgatar a companheira, que além de ser muito cabeça na lua, esforça-se muito e por isso deve ser poupada. Eu vou resgatá-la e vocês vão continuar a construir a nau.

E dizendo isto, veio salvar-me, pois já estava a ficar com medo, pois aquela masmorra metia cá um medo!

Quando Diolisís chegou disse assim para o rei:

- Tira já a minha companheira da masmorra.

- Porquê? -disse o rei – Vais chorar pró pé do teu paizinho e fazer queixinhas?

- Poupa-me, e agora vais ver o que te acontece por dizeres isto.

E dizendo isto escorregou no tapete e caiu, fez um dói-dói e começou a fazer beicinho! Bem… espera, isso foi quando eu tinha nove anos! Vamos retomar à história, que vergonha ter contado isto na história errada!

 E dizendo isto, cortou a cabeça do rei e dirigiu-se à masmorra e logo disse eu para ela:

- Obrigado por me salvares, já estava quase a chorar de medo.

E logo em seguida voltámos para a nau que já estava pronta e assim saímos daquela ilha num instante.

Quando era noite e estava toda a gente a dormir menos eu e Diolisís, transformei-me em deus e disse assim para ela:

- Mostraste grande valentia para me salvar, enquanto eu mostrei… tu sabes o quê, agora dou-te ainda mais valentia e digo-te que vou sempre olhar por ti.

  E dizendo isto, voei para o Monte Olimpo.

 

André

 

publicado por ML às 18:40

O mundo do chocolate

 

Tinha acabado de ver o meu programa favorito, quando me deu vontade de comer um doce. Fui ver o que havia, mas não havia nada. Então, decidi ir comprar chocolate à loja “CHOCOLATOS DOCUS”, uma loja que só vende chocolates. Fui certificar-me se tinha dinheiro que chegasse, calcei os ténis e fui à loja. Estava um dia ensolarado e quente. A loja era mesmo a um quarteirão da minha casa, cheguei lá num instante. Entrei, mas não estava lá o lojista, chamei-o, mas nada. Então decidi entrar na parte interior da loja. Havia uma porta com uma tábua a dizer “Não entre”, mas a minha curiosidade era tanta que decidi entrar. Mal entrei, caí de uma grande distância do céu. Caí em cima de uma espécie de palha de chocolate. Aquele era um mundo estranho… O rio era de leite de chocolate, o passeio de barras de chocolate e os animais e as pessoas eram feitos de estatuetas de chocolate. Mas de repente começou a chover leite com chocolate. Parecia mentira, mas aquilo era o mundo do chocolate! Decidi então procurar o lojista. Atravessei a ponte e rapidamente encontrei o lojista caído num buraco e fui à procura de uma corda, mas não encontrei. Depois tive a ideia de fazer uma escada de barras de chocolate comendo-o e assim esculpi uma escada doce. Devo ter engordado uns cinco quilos!

Depois de o dono ter saído do buraco, ele explicou-me que era um mundo achocolatado e disse que podia ir àquele mundo sempre que quisesse, desde que contasse às crianças para poderem também lá ir . Eu concordei com ele e passada uma semana já estava a loja cheia para verem e comer aquele mundo achocolatado. Mas eu é que não voltei a comer chocolate tão depressa!

 

André

 

 

 

publicado por ML às 18:09

  Penélope ficou contente com o regresso de Ulisses e decidiu realizar uma festa em honra do herói, na qual toda a população participou e até alguns deuses.

   O dia da festa tinha finalmente chegado! Todas as servas tinham uma tarefa para fazer: limpar a casa, cozinhar, lavar toalhas e arrumar o salão.

   Os homens da casa iam buscar lenha e matar os animais para o grande banquete. Telémaco saiu para anunciar a festa a toda a gente. Os convidados especiais eram Atena e o seu pai Zeus, pois Atena era a melhor amiga de Ulisses .

   A festa teve início às 20h00 da noite e todas as pessoas de Ítaca estavam lá para festejar o regresso do astucioso Ulisses. Atena estava sentada ao lado de Ulisses e, quando um mortal lhe pediu para ir dançar com ela, ela aceitou.

   Penélope dançou com Ulisses toda a noite sem parar para matar as saudades do seu querido amor, que já não via há vinte anos, ou seja, desde que partira para Tróia.

  Foi uma grande festa, na grande cidade de Ítaca.

 

Carla

 

 

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publicado por ML às 17:58

A natureza

É a vida,

A vida é a alegria

Sem vida há uma solidão

Ou por vezes uma imensa escuridão.

 

A natureza

É o vento,

A chuva

Do pensamento.

 

A natureza

É o sol

O fruto da beleza

Tal e qual como um girassol.

 

A natureza é…

As flores,

As flores são vida

Que dão vida

Aos amores.

 

A natureza

São os pássaros

Que voam no céu

Por onde os aviões passam

Num dia em que o mar parece um véu.

 

Filipa

 

publicado por ML às 17:57

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