Página destinada à publicação dos textos e outros trabalhos dos meus alunos do 7ºE

Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

   Era um vez uma princesa muito bonita chamada Oriana que vivia num castelo com o seu pai, pois a mãe tinha morrido durante o parto.

  O seu pai, chamado Miguel, era muito bruto e rígido, mas no fundo gostava muito dela.

  Um dia Oriana foi à vila onde conheceu um rapaz de olhos azuis, cabelo louro e alto, eles ficaram apaixonados logo no primeiro olhar e ele perguntou:

 - Bom dia, princesa dos meus olhos, como estais vós?

 - Bem, obrigada. Como vos chamais? – Perguntou ela.

 - Eu chamo-me Rodrigo.

  Quando soaram as doze badaladas, a princesa disse:

 - Rodrigo, desculpai – me, mas tenho de ir!

   E começou a correr em direcção ao palácio, pois o seu pai almoçava ao meio-dia.

   Quando lá chegou, o rei Miguel perguntou – lhe com um voz severa:

 - Onde estiveste?

 - Pai, estive na vila. – Respondeu a princesa.

 - O quê ????? – Interrogou – estiveste na vila, com quem? A fazer o quê? – Questionou.

 - Estive a falar com um rapaz lindíssimo. – Retorquiu.

 - O quê? Tu apaixonaste-te por um rapaz de baixa sociedade. – Refilou o pai.

 - Sim, pai ele é lindo! – Exclamou com uma voz apaixonada.

 - Ai é? Vai já de castigo para o teu quarto que eu vou – te trancar lá pois tu sabes que daqui a dois meses vais-te casar com príncipe Bernardo. – Afirmou.

  Então a princesa foi para o seu quarto a chorar, pois o seu amor com o Rodrigo era proibido.

  Passou um mês e nem um sinal do seu amado.

  No primeiro fim-de-semana de Setembro, o seu amado apareceu, pois ele já sabia da situação e só estava à espera que o rei saísse durante muito tempo. Rodrigo procurou pela casa toda com cuidado, pois andavam guardas a guardar todo o palácio. Por fim, o rapaz encontrou uma porta a dizer “Princesa Oriana!” Ele arrombou a porta, pois essa estava trancada, beijou-a e disse:

 - Gosto muito de ti!

 - Eu também! – Disse a princesa.

  Mas, nesse mesmo instante, o pai da princesa apareceu e condenou o rapaz à morte.

  No dia em que o rapaz ia ser morto apareceu um cão falante que disse:

 - Eu vou ajudar-te a sair daqui e depressa, antes que chegue o rei.

 - Ma…, ma..., mas tu falas. – Disse o rapaz meio zonzo.

 - Nem mas, nem mas, mas, despacha-te. - Rezingou o cão.

  Então lá foram ter ao palácio onde estava a princesa, mas o que o rapaz não sabia era que o cão era uma espécie de anjo da guarda, só lhe faltavam as asas.

  Quando lá chegaram, o cão lançou um feitiço, ao rei e o rei foi preso.

  A princesa não se importou, pois podia ir ver o pai à cadeia.

  Quando o Rodrigo viu a princesa, abraçou-a e perguntou:

 - Queres casar comigo?

 - Sim, claro que quero. – Respondeu a princesa.

 - No mês seguinte, no dia que se ia casar com o Bernardo, a princesa casou-se com o Rodrigo.

  Depois do casamento foram morar para o palácio, com o cão.

  E viveram felizes para sempre…

Joana

 

 

 

publicado por ML às 00:01

Domingo, 12 de Outubro de 2008

 Era uma vez uma menina que se chamava Beatriz. Ela não gostava nada de estudar e para complicar mais as coisas, a Beatriz também não estava atenta nas aulas, o que não ajudava muito. Como ela não estudava nada, nos trabalhos copiava pelos colegas e tinha muito boa nota, mas nas fichas de avaliação ela não tinha ninguém ao pé dela, por isso tirava más notas. Um dia os pais dela acharam muito estranho o facto de ela nos trabalhos ter boa nota e nas fichas não. Por isso, decidiram ir perguntar à Beatriz o que se passava, mas ela não sabia o que dizer, no entanto, prometeu que ia estudar mais e que ia estar mais atenta nas aulas.

 No dia seguinte, a menina foi para as aulas, e logo nesse dia começou a estar atenta e a apontar todas a matérias que os professores davam, para não faltar à promessa que tinha feito aos pais.
 Assim, com aquele esforço, a menina conseguiu tirar boas notas no trabalho final. Assim, os pais ficaram muito contentes pois a sua filha n
ão faltou à promessa feita.

A Beatriz e os seus pais viveram felizes para sempre…

 

Ana

 

 

 

publicado por ML às 01:34

 

Era uma vez uma rapariga chamada Josefina que era muito rica e gostava de um rapaz pobre e esse também gostava dela. Mas, um dia, o pai descobriu e proibiu a rapariga de ir à escola, pois era lá que eles se encontravam todos os dias.

Um dia ela adoeceu e a notícia correu por toda a terra e chegou aos ouvidos do seu amado. Ele fez tudo o que podia e o que não podia para a ir ver, até que um dia foi apanhado no palácio, porque se tinha perdido no meio dos muitos corredores. Foi para as masmorras e esteve lá muitos dias. Durante esses dias, Josefina ia piorando e pedindo ao pai para deixar o rapaz pobre a ir ver, mas o pai nunca deixava.

Até que um dia a rapariga estava às portas da morte, os médicos já não podiam fazer nada,  e foi então que o pai começou a pensar se o rapaz poderia ajudar a rapariga a curar a doença. Como não sabia se sim ou se não, mais valia tentar. Então mandou chamar o rapaz e a Josefina, que estava quase morta, abriu ligeiramente os olhos e viu o seu amado. Tiveram uma longa conversa e o rapaz passou a ir ver a Josefina todos os dias.

Assim que a rapariga ficou totalmente curada, o pai deu, como recompensa da gratidão que sentia pelo rapaz, a mão da sua filha em casamento.

E Viveram Felizes Para Sempre!!!!!

 

Filipa

 

publicado por ML às 01:00

Era uma vez, num país chamado Rico de mais, um rei e uma rainha que tinham acabado de ter um filho chamado João.

         Nesse mesmo dia, um outro rei e rainha tinham acabado de ter uma filha a que chamaram Joana. Esse país onde viviam era o país Chique de mais. Esses dois países estavam em guerra.

Uns anos mais tarde, o príncipe João decidiu ir dar um passeio à fronteira para ver como o outro país era belo. A princesa Joana também tinha ido dar um passeio à fronteira para ver como o outro país era belo. Eles dois encontram-se e apresentaram-se um ao outro. Eles falaram e brincaram. Já era tarde e o rei de Rico de mais e o de Chique de mais tinha ido ver onde estavam os seus filhos. Eles encontraram-se e disseram um ao outro que iam atacar o país, mais uma vez.

O pai do João prendeu-o no quarto dele, e o pai da Joana prendeu-a no seu quarto. O João fugiu e foi ajudar Joana a fugir também. Foi então que eles os dois fugiram para Pobre de mais, casaram-se e tiveram o seu filho.

Passados alguns anos, decidiram visitar o pai do João. O pai e a mãe dele ficaram muito contentes ao vê-lo, e o João tinha uma proposta: fazer aliança com o pai de Joana e juntar os dois países. O pai de João aceitou a proposta, mas era preciso ver qual era a resposta do pai de Joana. O pai de Joana ficou também feliz por vê-la e ela falou-lhe sobre a proposta e o pai dela também aceitou.

No dia seguinte, os reis fizeram a aliança e juntaram os dois países e depois da aliança o novo país ficou conhecido como Rico e Chique de mais e o João e a Joana eram os reis desse maravilhoso país.

E viveram felizes para sempre.

 

André

 

 

 

publicado por ML às 00:30

Quarta-feira, 08 de Outubro de 2008

                           

Há muito tempo atrás, nasceu uma menina cujo seu nome era Patty. Patty, até aos seus dez anos de idade, sempre estivera rodeada de amigos e ainda tinha uma família, mãe, pai, avós, e irmãos. Mas um dia tudo mudou. Esta começou a entristecer porque começou a aperceber-se de que o mundo não era perfeito como parecia. As pessoas eram falsas, interesseiras, rudes, pessoas sem coração.
No seu 5º ano de escolaridade teve que mudar de escola. Ao pensar que se iria separar de todos, começou a aperceber-se que ganharia mais amigos.
Três anos se passaram e, mais uma vez, se separou da sua turma mas, como sempre, ganhava novos amigos.
O seu único problema é que sempre que pensava que tinha feito novos amigos, enganava-se, pois estava sempre destinada a ser alvo de gozo. Em casa, Patty nunca dissera nada, pois, não quisera preocupar seus pais.
Os anos passaram-se e ela cresceu bastante. Aos 18 anos de idade foi tirar o seu curso para o Porto, e cinco anos mais tarde, já formada no seu curso de artes e design, conheceu alguém, alguém que pela primeira vez na vida não gostara dela por interesse, por pena, mas sim amor, um amor que nunca ninguém podia separar. Parecia que à face da terra eles eram os únicos verdadeiros amigos, amantes, apaixonados, sem mentiras, falsidade…Ou seja, amantes sem nada, mas com verdade.
Era bastante engraçado, pois se houvesse algum problema, resolviam-no em conjunto. Hoje em dia Patty é casada, com três filhos e ainda muito amada.
     
Era bom que todas as histórias de todo o mundo fossem assim... 
 
Patrícia
publicado por ML às 18:07

Sexta-feira, 03 de Outubro de 2008

Era uma vez uma vila que se chamava Tristevila , pois a população andava sempre triste e preocupada com a sua família e com as suas casas. 

Havia razões para isso, pois desde há uns tempos para cá tinha começado a haver alguns assaltos. Na Tristevila havia idosos, crianças, adolescentes e adultos. Nos últimos dias ainda só tinham assaltado o café da vila e a mercearia. O pior e que os assaltos não pararam, antes pelo contrário, aumentavam cada vez mais, pois agora também tinham começado a roubar as reformas aos idosos. Isto não podia continuar, e nem a polícia tinha muitas pistas. Sabiam apenas que os assaltantes eram três e que se vestiam de chineses. Não demorou muito até que a notícia se espalhou e chegou às outras cidades. Depois de a notícia ter passado por várias vilas, chegou a vila Heroína e o presidente da câmara assim que ouviu a notícia, decidiu fazer algo para ajudar e por isso mandou um dos seus melhores seguranças.

E lá foi o seu melhor segurança. Este esteve lá durante alguns meses a investigar, até que teve uma ideia:

- Tive uma ideia - disse ele

- Nenhum ladrão é perfeito, tem que dar pelo menos um passo em falso, e aí nós vamos apanhá-lo.

E assim foi. No último assalto que eles fizeram não usaram luvas, e foi por isso que os conseguiu apanhar no supermercado que tinha sido assaltado. Tiraram as impressões digitais, e foi aí que ele os apanhou.

E a partir desse dia nunca mais houve assaltos e a vila, em vez de se chamar Tristevila, passou a chamar-se Felizvila.

E viveram felizes para sempre…

       
Fátima A                              

 

 

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publicado por ML às 22:41

Quarta-feira, 01 de Outubro de 2008

Era uma vez a Madalena, a Ana, a Raquel e a Mónica. Todas frequentavam o terceiro ano da escola de D. Sebastião, em Odeceixe. Apesar das diferenças físicas, estas quatro raparigas tornaram-se inseparáveis, pois tinham muitas qualidades em comum.  

Seguiram juntas até ao 10º ano, mas já a meio do primeiro período, a turma recebeu uma nova aluna, a Rita. Com o passar dos tempos a Ana foi-se aproximando da Rita, esquecendo-se das suas amigas, que apesar disso não lhe deixaram de falar.

No ano seguinte, a Rita teve que sair da escola, pois os seus pais iam para a Austrália e ela teve que os acompanhar. Já sem a companhia da Rita, a Ana voltou a procurar a amizade das suas velhas companheiras. Sem hesitação nem remorsos, a Ana voltou a partilhar o dia-a-dia e o espaço com a Madalena, com a Raquel e com a Mónica.

Com este gesto, a Ana ficou a conhecer o verdadeiro sentido da «AMIZADE».

 

 Catarina

 

 

 

publicado por ML às 21:59

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renato o teu texto esta espetacular!!!!!!!!!!!!!!!...
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oi Patricia gostei muito mas mesmo muito do teu co...
boa ta espetacular..diz tudu akilo ke e verdade......
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