Página destinada à publicação dos textos e outros trabalhos dos meus alunos do 7ºE

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
...

A beleza de uma rosa é admirável
Bonita, cheirosa e amável
Mas, se a poluição continuar,
Isto poderá acabar.

Uma vez vi um girassol ao pé do mar
Coisa que custa imaginar
Quando dei por mim…
Estava a olhar para o fim

Do mar
Vi algo a brilhar
Era o sol, certamente
Que me fazia sonhar.

 

Fábio

 

tags: ,
publicado por ML às 23:57

Quando Ulisses chegou finalmente, Penélope decide dar uma festa e pede a Telémaco e aos seus amigos para irem avisar a cidade inteira que ia haver festa no palácio de Ulisses, em Ítaca, às vinte  horas, no dia 31 de Fevereiro .

Assim foi. Telémaco e os seus amigos foram à cidade para espalhar panfletos e convites a avisar que ia haver uma festa no palácio.

Às vinte horas do dia 31 de Fevereiro já estava o palácio a “bombar” com Dionísio (deus do vinho e da aguardente) a orientar as bebidas, com DJ Zeus (deus dos deuses) no rádio a pôr os sons, com Afrodite (deusa da beleza) a pôr todas as pessoas da festa bonitas e o Frikiniki (deus do fogo) a grelhar a carne.

A festa tinha tudo para dar certo, até que Ulisses e Atena desaparecem e Penélope vai procurá-los . Infelizmente (para ela, claro), encontrou Ulisses e Atena  no prazer do amor no quarto de Ulisses e,  zangada e revoltada, decide pegar fogo à casa para gratinar Ulisses. Assim foi.  Penélope pegou fogo à casa e quando Ulisses já estava em apuros ( o que aconteceu rapidamente) eis que, de repente apareceu o deus Buble (deus da água) que apaga o fogo. Claro está que depois Zeus decidiu prender Ulisses por traição e Penélope por tentativa de homicídio.

Telémaco, um rapaz bem comportado, foi depois atacado por F3lix (deus do amor) e ficou apaixonado por uma rapariga com quem depois casou.

No fim, ambos ficaram a comandar Ítaca.

Entretanto Penélope e Ulisses viveram felizes para sempre…na prisão.

 

Renato

 

 

publicado por ML às 23:21

Era uma vez um rapaz que se chamava Jess, morava com a mãe, com o pai e com a sua irmã Meddy.

Na escola estavam a preparar uma competição para os alunos correrem, o Jess e a sua turma iam participar, mas nesta corrida só iam rapazes, até que, o rapaz viu que uma rapariga ia correr também. Quando a corrida acabou, ela tentou conhecê-lo, mas o Jess não quis.

Quando o rapaz ia para casa viu que a rapariga também ia e perguntou-lhe:

- Andas a seguir-me?

- Não, eu sou tua vizinha, logo, vim para a minha casa. -respondeu a Lesly.

No dia seguinte, a rapariga tentou conhecer o rapaz outra vez e por fim conseguiu, a partir desse momento eles ficaram amigos muito amigos mesmo. Ao fim da tarde, quando iam para casa, a rapariga disse:

- Vamos fazer uma corrida?

- Sim, vamos – respondeu o rapaz – um…dois…três…partida - disse o rapaz.

E começaram a correr, divertiram-se tanto que nem deram conta que já estavam no meio da floresta.

Quando acabaram a corrida, viram um rio com uma corda pendurada na árvore e a Lesly disse:

- Vamos passá-lo, e vamos fazer com que este seja o nosso lugar secreto vamos chamá-lo de Petruil.

O Jess não achou muita graça quando a rapariga disse para passarem o rio pela corda, pois a corda já estava pendurada há muito tempo, mas ele aceitou e foi.

Mais à frente viram um carro já muito velho no meio da floresta, a rapariga começou a dizer que era o carro do rei das trevas, e que os seus prisioneiros estavam à espera que eles os salvassem. Assim que a Lesly acabou de falar, eles ouviram correntes no chão e o rapaz perguntou:

- Lesly o que é isto?

-Isto são os cavaleiros do rei das trevas, ele mandou-os para nos assustarem para depois nós fugirmos. – respondeu a rapariga.

E continuaram, até que se depararam com uma casa na árvore que estava já muito velha também, mas que eles adoraram-na. Subiram para a ver, mas de repente começaram a cair pinhas mas estas não eram pinhas normais, eram granadas. Assim que o rapaz as viu, mandou-as logo para longe, depois olharam para cima para ver quem é que as estava a atirar e viram que eram esquilos muito peludos e com dentes e garras muito afiadas. Eles, em vez de fugirem,  começaram a lutar com aqueles terríveis monstros e estes acabaram por ir embora.

Mais tarde, o Jess e a Lesly foram para casa e combinaram em voltar lá outra vez para arranjar a casa.

Joana A. 
 

publicado por ML às 23:17

Ulisses tinha chegado naquele momento! Tinha sido uma sensação fantástica o facto de ver o seu marido de volta, por isso Penélope logo mandou os seus servos limparem a casa e arranjarem coisas para o festim, enquanto ela ia organizando os convites. Depois de Ulisses lhe ter contado a sua história e de lhe ter contado que estava a ser ajudado por alguns deuses, Penélope decidiu convidá-los, pois sem a sua ajuda, o seu marido poderia não ter regressado a casa.

Enquanto o festim estava a decorrer, a deusa do amor decidiu proporcionar um encontro entre Telémaco e uma linda rapariga que se chamava Sofia, e estes logo se apaixonaram ao primeiro olhar. Mas os pretendentes ainda não tinham desistido do seu plano e quiseram pô-lo à prova, embora não conseguindo, pois havia magia à sua volta, o que não lhes deixava aproximar de ninguém. Altínoo queria vingar-se e pôs picos no chão para que Ulisses se picasse, mas correu mal, pois quem se acabou por picar foi outro pretendente e por isso ficaram todos uns contra os outros. A festa foi muito boa, pois os pretendentes não conseguiram fazer o que queriam, mas sim unir mais a família de Ulisses.

 

Ana

 

publicado por ML às 22:57

Vou contar-vos uma história que eu Roxy (deusa do surf) presenciei.

É a história de um herói, que sofreu bastante na guerra de Tróia. Este herói atravessou montanhas, tempestades perigosíssimas, monstros horríveis, tudo para alcançar o amor da sua vida, por isso, o que vos vou contar vai ser um bocado surpreendente.

O herói era uma autêntica criança quando o conheci, ele chamava-se Von Zipper. Este tinha cabelos loiros e olhos verdes bem expressivos. Von Zipper era o mais jovem de todos os combatentes, com isto ele tornou-se homem mais cedo uma vez que, na guerra, sofreu mais do que quando a morte chega a um homem esfomeado. Mais tarde, ele foi ao encontro da sua amada pedir-lhe a sua mão em casamento.

-Mãe, podes dizer-nos quem era a sua misteriosa amada?

-Claro que sim. Essa amada era eu e este herói era o vosso pai. Espero que com isto tenham percebido o quanto um herói sofre, e mesmo assim consegue estar aqui hoje presente com mais vida do que nunca. Querido agora vem tu contar aos teus pequenos heróis tudo o que sofreste.

Catarina  

 

 

publicado por ML às 22:54

     Certo dia fui para lá de tudo, vi o mundo de outra maneira. Vi crianças com deficiências graves, sem pés e sem mãos… Fiquei chocada, pois não imaginava que houvesse tais problemas.

    Quis ser médica pediatra, pois eu queria arranjar cura para todos aqueles problemas. Isto aconteceu quando eu tinha dez anos e fui parar ao hospital. Fiquei um ano em coma e, enquanto lá estive, fui muito bem tratada e ajudada. Por isso quero ajudar os outros, tal como me ajudaram a mim.

    E assim foi. Hoje sou médica pediatra, descobri um novo Mundo, tratei muitas crianças e ajudei-as a descobrir também esse mesmo Mundo.

 

Catarina

publicado por ML às 22:50

...

  

  Era uma vez um rapaz que se chamava João, tinha treze anos e vivia numa aldeia.

  O João era muito aventureiro e, certa noite, ouviu quatro marinheiros a dizerem que não conseguiam passar o Estreito de Gibraltar. Ouvindo isto, João virou-se para os quatro homens e disse:

 - Eu consigo!!!

 - Ahhh! Ahhh! Ahhh! – Riram-se os marinheiros. – Tu, um puto de treza anos sozinho no mar! Deve ser deve!

 - A sério! Só preciso de um barco e de vinte marinheiros fortes e destemidos. – Disse o rapaz.

- Está bem, mas se não conseguires passá-lo num mês, quando voltarmos serás meu criado durante o resto do ano. – afirmou o homem.

 - Está bem, mas se eu conseguir passá-lo vocês serão meus criados durante dois anos. – respondeu o João.

  No dia seguinte eles partiram.

  A viagem foi bastante complicada para o rapaz, pois o Manuel, um dos quatro marinheiros, andava sempre a chateá-lo dizendo: -“Olha que o teu tempo está a escassear.”

  O rapaz já quase que não dormia, pois ele queria ser conhecido por todo o mundo.

  Eles já iam na segunda semana e ainda não iam a meio do caminho.

  O João estava muito preocupado porque de manhã tinha avistado de longe, um tubarão que, pelo aspecto parecia ser o tubarão mais temido do mundo “ O tubarão Touro.”

  Então, o João foi chamar o Manuel e os outros homens.

 - Homens, homens um tubarão Touroooo. – Gritou o João aflito.

  O Marcelo, um dos marinheiros, disse:

 - Tive uma ideia. Vamos buscar as armas e matá-lo.

  Pouco tempo depois… puum, tinham conseguido matá-lo e apanhá-lo para o levarem para a sua terra.

  Por fim, o resto da viagem foi muito tranquila e ao fim da terceira semana chegaram a África sãos e salvos.

  Então os homens tiveram de ser criados dele durante dois anos.

  E João ficou conhecido por todo o mundo como um jovem muito contente.

 

Joana

 

 

publicado por ML às 22:42

Sábado, 11 de Abril de 2009

Quando nasceu a aurora de belas tranças, Ulisses e Telémaco foram para a caça com o seu novo cão: Arcos Argos. Enquanto isto, Penélope foi confirmar se eles tinham mesmo ido à caça e logo a seguir, Penélope chamou as servas e disse:

-Vamos fazer uma grande festa-surpresa a Ulisses! Vai ser uma grande festa onde não vai faltar de comer, de beber e claro música. Vinte servas à fonte, trinta vão para a cozinha preparar a comida e as bebidas, dez vão limpar a casa, duas vão chamar os músicos e duas vão chamar os arautos para dizer à população que vai haver a festa, mas sem dizer a Ulisses, e chamem também os deuses.

E assim foi. Quando as servas vieram da fonte com a água foram ajudar as outras servas.

 Pouco depois apareceram os músicos e o vocalista disse para Penélope:

-Bom dia majestade. Somos os músicos e temos novos instrumentos: a guitarra, a bateria e o piano.

-Boa! – exclamou Penélope – quero que Ulisses perceba o que eu sinto por ele.

 Quando o sol estava já no cimo do céu, estava tudo pronto, a comida; as bebidas e tudo o resto estava a brilhar e já tinham chegado os convidados.

 Quando Ulisses e Telémaco estavam já no pátio, foram-se esconder todos e quando Ulisses abriu a porta, os convidados gritaram:

-Surpresa

-Obrigado pela grande festa – agradeceu Ulisses – uma festa que nunca esquecerei.

-É hora da dança – disse o cantor – agarrem na vossa dama e comecem a dançar.

 E a festa durou até que a Aurora de belas tranças desapareceu.

 

André

 

 

 

tags: ,
publicado por ML às 18:41

Tinha nascido a aurora de belas tranças e a guerra de Tróia acabara. Eu, o Deus Amononix (Deus da Trapalhada), acompanhei Diolisís, a maior guerreira da guerra de Tróia, que já sofrera muito por ter perdido pessoas de família e amigos na guerra. 

Para conseguir entrar na sua nau de regresso, transformei-me em mulher, com o fato de guerra e uma espada. Entrei e logo Diolisís mandou-nos dirigir para a ilha Acatí. Muitos perigos apareceram, mas eu fiz com que esses perigos desaparecessem. No entanto, houve uma altura em que nós estávamos a dormir e, por azar, apareceu uma tempestade em que fomos parar a uma ilha em que os deuses imortais não têm poderes!

Quando chegou a manhã, Diolisís e eu saímos da nau e reparámos que estávamos na terrível “ilha dos tartinfuros”. Perante isto, Diolisís disse assim para nós:

- Estamos na ilha dos tartinfuros, terríveis criaturas, pois comem os corações e os olhos que para eles são os mais saborosos. Muitos tripulantes já embarcaram aqui sem saber onde estavam e pouco restou deles, por isso vamos acampar numa floresta ao pé da praia e sair desta ilha rapidamente. Não podemos contar com os deuses, pois os tartinfuros criaram uma barreira em que os deuses não conseguem usar os poderes.

Ouvindo isto, senti um arrepio.

Acabámos por dar meia à volta ilha, até encontrarmos uma floresta ao pé da praia e quando ela nos deu ordens começámos logo a trabalhar. Eu não tinha poderes e agora podia ver como era terrível não ter poderes, era cansativo e só me apetecia descansar, mas não podia dar nas vistas e por isso continuei a trabalhar. Até achei que as mulheres trabalhavam mais que eu, verdade seja dita!

Quando a aurora de belas tranças se estava a deitar, apareceram vinte tartinfuros nos quais nós, quer dizer elas, desculpem, mataram todos menos dois que acabaram por me raptar e levar para o seu rei:

- Quem és, de onde vens e o que estás aqui a fazer? -perguntou o rei dos tartinfuros.

- Não sei, não digo, esqueci-me e digo já que és muito chato! – respondi eu.

- Pois bem, se não sabes, não dizes e esqueceste,  vais mudar de ideia nas masmorras. Guardas!

Enquanto isto, Diolisís disse assim para as tripulantes:

- Tenho um plano para resgatar a companheira, que além de ser muito cabeça na lua, esforça-se muito e por isso deve ser poupada. Eu vou resgatá-la e vocês vão continuar a construir a nau.

E dizendo isto, veio salvar-me, pois já estava a ficar com medo, pois aquela masmorra metia cá um medo!

Quando Diolisís chegou disse assim para o rei:

- Tira já a minha companheira da masmorra.

- Porquê? -disse o rei – Vais chorar pró pé do teu paizinho e fazer queixinhas?

- Poupa-me, e agora vais ver o que te acontece por dizeres isto.

E dizendo isto escorregou no tapete e caiu, fez um dói-dói e começou a fazer beicinho! Bem… espera, isso foi quando eu tinha nove anos! Vamos retomar à história, que vergonha ter contado isto na história errada!

 E dizendo isto, cortou a cabeça do rei e dirigiu-se à masmorra e logo disse eu para ela:

- Obrigado por me salvares, já estava quase a chorar de medo.

E logo em seguida voltámos para a nau que já estava pronta e assim saímos daquela ilha num instante.

Quando era noite e estava toda a gente a dormir menos eu e Diolisís, transformei-me em deus e disse assim para ela:

- Mostraste grande valentia para me salvar, enquanto eu mostrei… tu sabes o quê, agora dou-te ainda mais valentia e digo-te que vou sempre olhar por ti.

  E dizendo isto, voei para o Monte Olimpo.

 

André

 

publicado por ML às 18:40

O mundo do chocolate

 

Tinha acabado de ver o meu programa favorito, quando me deu vontade de comer um doce. Fui ver o que havia, mas não havia nada. Então, decidi ir comprar chocolate à loja “CHOCOLATOS DOCUS”, uma loja que só vende chocolates. Fui certificar-me se tinha dinheiro que chegasse, calcei os ténis e fui à loja. Estava um dia ensolarado e quente. A loja era mesmo a um quarteirão da minha casa, cheguei lá num instante. Entrei, mas não estava lá o lojista, chamei-o, mas nada. Então decidi entrar na parte interior da loja. Havia uma porta com uma tábua a dizer “Não entre”, mas a minha curiosidade era tanta que decidi entrar. Mal entrei, caí de uma grande distância do céu. Caí em cima de uma espécie de palha de chocolate. Aquele era um mundo estranho… O rio era de leite de chocolate, o passeio de barras de chocolate e os animais e as pessoas eram feitos de estatuetas de chocolate. Mas de repente começou a chover leite com chocolate. Parecia mentira, mas aquilo era o mundo do chocolate! Decidi então procurar o lojista. Atravessei a ponte e rapidamente encontrei o lojista caído num buraco e fui à procura de uma corda, mas não encontrei. Depois tive a ideia de fazer uma escada de barras de chocolate comendo-o e assim esculpi uma escada doce. Devo ter engordado uns cinco quilos!

Depois de o dono ter saído do buraco, ele explicou-me que era um mundo achocolatado e disse que podia ir àquele mundo sempre que quisesse, desde que contasse às crianças para poderem também lá ir . Eu concordei com ele e passada uma semana já estava a loja cheia para verem e comer aquele mundo achocolatado. Mas eu é que não voltei a comer chocolate tão depressa!

 

André

 

 

 

publicado por ML às 18:09

  Penélope ficou contente com o regresso de Ulisses e decidiu realizar uma festa em honra do herói, na qual toda a população participou e até alguns deuses.

   O dia da festa tinha finalmente chegado! Todas as servas tinham uma tarefa para fazer: limpar a casa, cozinhar, lavar toalhas e arrumar o salão.

   Os homens da casa iam buscar lenha e matar os animais para o grande banquete. Telémaco saiu para anunciar a festa a toda a gente. Os convidados especiais eram Atena e o seu pai Zeus, pois Atena era a melhor amiga de Ulisses .

   A festa teve início às 20h00 da noite e todas as pessoas de Ítaca estavam lá para festejar o regresso do astucioso Ulisses. Atena estava sentada ao lado de Ulisses e, quando um mortal lhe pediu para ir dançar com ela, ela aceitou.

   Penélope dançou com Ulisses toda a noite sem parar para matar as saudades do seu querido amor, que já não via há vinte anos, ou seja, desde que partira para Tróia.

  Foi uma grande festa, na grande cidade de Ítaca.

 

Carla

 

 

tags:
publicado por ML às 17:58

A natureza

É a vida,

A vida é a alegria

Sem vida há uma solidão

Ou por vezes uma imensa escuridão.

 

A natureza

É o vento,

A chuva

Do pensamento.

 

A natureza

É o sol

O fruto da beleza

Tal e qual como um girassol.

 

A natureza é…

As flores,

As flores são vida

Que dão vida

Aos amores.

 

A natureza

São os pássaros

Que voam no céu

Por onde os aviões passam

Num dia em que o mar parece um véu.

 

Filipa

 

publicado por ML às 17:57

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

    Era uma vez uma menina que era muito bonita e se chamava Bianca. Ela vivia numa pequena casa com os seus pais. Todos os dias levava um pote para ir buscar água à fonte e adorava ir para o campo apanhar flores, saltar e fazer piqueniques com a família.

   Certo dia ela foi para a cidade fazer compras e de repente, quando ia a sair da loja, encontrou um lindo rapaz. Era um príncipe e chamava-se Pedro. Ele vivia num grande Castelo que ficava numa grande montanha.

   Quando eles se olharam, ficaram logo apaixonados. Foi amor à primeira vista. De repente, apareceu um homem que levou Bianca para uma casa húmida e escura que ficava no meio de uma floresta.

   Pedro, o príncipe, quando soube ficou preocupado. Então, decidiu ir pedir ajuda. Vieram polícias para investigar o caso. Mas, a única coisa que sabiam era que eles tinham ido para uma floresta que ficava no fundo da aldeia.

No dia seguinte, o príncipe levantou-se muito cedo e foi procurar Bianca, até que encontrou uma  casa abandonada, bateu à porta e um homem forte e barrigudo abriu-lhe a porta. De repente,  Bianca gritou por socorro. Os polícias e as outras pessoas chegaram a prenderam o homem. Pedro entrou e foi buscar Bianca, pedindo-a em casamento, ao que ela aceitou.

  Casaram-se num jardim decorado pelos criados do príncipe. A festa estava linda.

  Passados dois anos já tinham dois filhos e a partir dali viveram felizes para sempre….

 

 

Márcia

publicado por ML às 14:50

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
...

Os e/imigrantes 
 
  Algumas pessoas vivem com muitas dificuldades, umas mais que outras.
  Há algumas pessoas que querem melhorar o seu tipo de vida procurando  uma vida melhor. Essas pessoas mudam-se para outros paises e a isso chama-se emigração.
 Às vezes quando os imigrantes saem para outros países eles não se conseguem adaptar bem,por causa da língua ou de outros motivos.
 Quando os imigrantes encontram um trabalho os seus patrões dão-lhes salários baixos , e como não há ninguém que queira fazer esses trabalhos mais pesados, eles contratam os imigrantes para os fazerem, aqueles trabalhos que mais ninguém quer fazer.
 É assim a vida destas pessoas que sofrem para poderem alimentar as suas familias.
 
 
               Ana Nunes

 

publicado por ML às 22:43

Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

   Era um vez uma princesa muito bonita chamada Oriana que vivia num castelo com o seu pai, pois a mãe tinha morrido durante o parto.

  O seu pai, chamado Miguel, era muito bruto e rígido, mas no fundo gostava muito dela.

  Um dia Oriana foi à vila onde conheceu um rapaz de olhos azuis, cabelo louro e alto, eles ficaram apaixonados logo no primeiro olhar e ele perguntou:

 - Bom dia, princesa dos meus olhos, como estais vós?

 - Bem, obrigada. Como vos chamais? – Perguntou ela.

 - Eu chamo-me Rodrigo.

  Quando soaram as doze badaladas, a princesa disse:

 - Rodrigo, desculpai – me, mas tenho de ir!

   E começou a correr em direcção ao palácio, pois o seu pai almoçava ao meio-dia.

   Quando lá chegou, o rei Miguel perguntou – lhe com um voz severa:

 - Onde estiveste?

 - Pai, estive na vila. – Respondeu a princesa.

 - O quê ????? – Interrogou – estiveste na vila, com quem? A fazer o quê? – Questionou.

 - Estive a falar com um rapaz lindíssimo. – Retorquiu.

 - O quê? Tu apaixonaste-te por um rapaz de baixa sociedade. – Refilou o pai.

 - Sim, pai ele é lindo! – Exclamou com uma voz apaixonada.

 - Ai é? Vai já de castigo para o teu quarto que eu vou – te trancar lá pois tu sabes que daqui a dois meses vais-te casar com príncipe Bernardo. – Afirmou.

  Então a princesa foi para o seu quarto a chorar, pois o seu amor com o Rodrigo era proibido.

  Passou um mês e nem um sinal do seu amado.

  No primeiro fim-de-semana de Setembro, o seu amado apareceu, pois ele já sabia da situação e só estava à espera que o rei saísse durante muito tempo. Rodrigo procurou pela casa toda com cuidado, pois andavam guardas a guardar todo o palácio. Por fim, o rapaz encontrou uma porta a dizer “Princesa Oriana!” Ele arrombou a porta, pois essa estava trancada, beijou-a e disse:

 - Gosto muito de ti!

 - Eu também! – Disse a princesa.

  Mas, nesse mesmo instante, o pai da princesa apareceu e condenou o rapaz à morte.

  No dia em que o rapaz ia ser morto apareceu um cão falante que disse:

 - Eu vou ajudar-te a sair daqui e depressa, antes que chegue o rei.

 - Ma…, ma..., mas tu falas. – Disse o rapaz meio zonzo.

 - Nem mas, nem mas, mas, despacha-te. - Rezingou o cão.

  Então lá foram ter ao palácio onde estava a princesa, mas o que o rapaz não sabia era que o cão era uma espécie de anjo da guarda, só lhe faltavam as asas.

  Quando lá chegaram, o cão lançou um feitiço, ao rei e o rei foi preso.

  A princesa não se importou, pois podia ir ver o pai à cadeia.

  Quando o Rodrigo viu a princesa, abraçou-a e perguntou:

 - Queres casar comigo?

 - Sim, claro que quero. – Respondeu a princesa.

 - No mês seguinte, no dia que se ia casar com o Bernardo, a princesa casou-se com o Rodrigo.

  Depois do casamento foram morar para o palácio, com o cão.

  E viveram felizes para sempre…

Joana

 

 

 

publicado por ML às 00:01

Domingo, 12 de Outubro de 2008

 Era uma vez uma menina que se chamava Beatriz. Ela não gostava nada de estudar e para complicar mais as coisas, a Beatriz também não estava atenta nas aulas, o que não ajudava muito. Como ela não estudava nada, nos trabalhos copiava pelos colegas e tinha muito boa nota, mas nas fichas de avaliação ela não tinha ninguém ao pé dela, por isso tirava más notas. Um dia os pais dela acharam muito estranho o facto de ela nos trabalhos ter boa nota e nas fichas não. Por isso, decidiram ir perguntar à Beatriz o que se passava, mas ela não sabia o que dizer, no entanto, prometeu que ia estudar mais e que ia estar mais atenta nas aulas.

 No dia seguinte, a menina foi para as aulas, e logo nesse dia começou a estar atenta e a apontar todas a matérias que os professores davam, para não faltar à promessa que tinha feito aos pais.
 Assim, com aquele esforço, a menina conseguiu tirar boas notas no trabalho final. Assim, os pais ficaram muito contentes pois a sua filha n
ão faltou à promessa feita.

A Beatriz e os seus pais viveram felizes para sempre…

 

Ana

 

 

 

publicado por ML às 01:34

 

Era uma vez uma rapariga chamada Josefina que era muito rica e gostava de um rapaz pobre e esse também gostava dela. Mas, um dia, o pai descobriu e proibiu a rapariga de ir à escola, pois era lá que eles se encontravam todos os dias.

Um dia ela adoeceu e a notícia correu por toda a terra e chegou aos ouvidos do seu amado. Ele fez tudo o que podia e o que não podia para a ir ver, até que um dia foi apanhado no palácio, porque se tinha perdido no meio dos muitos corredores. Foi para as masmorras e esteve lá muitos dias. Durante esses dias, Josefina ia piorando e pedindo ao pai para deixar o rapaz pobre a ir ver, mas o pai nunca deixava.

Até que um dia a rapariga estava às portas da morte, os médicos já não podiam fazer nada,  e foi então que o pai começou a pensar se o rapaz poderia ajudar a rapariga a curar a doença. Como não sabia se sim ou se não, mais valia tentar. Então mandou chamar o rapaz e a Josefina, que estava quase morta, abriu ligeiramente os olhos e viu o seu amado. Tiveram uma longa conversa e o rapaz passou a ir ver a Josefina todos os dias.

Assim que a rapariga ficou totalmente curada, o pai deu, como recompensa da gratidão que sentia pelo rapaz, a mão da sua filha em casamento.

E Viveram Felizes Para Sempre!!!!!

 

Filipa

 

publicado por ML às 01:00

Era uma vez, num país chamado Rico de mais, um rei e uma rainha que tinham acabado de ter um filho chamado João.

         Nesse mesmo dia, um outro rei e rainha tinham acabado de ter uma filha a que chamaram Joana. Esse país onde viviam era o país Chique de mais. Esses dois países estavam em guerra.

Uns anos mais tarde, o príncipe João decidiu ir dar um passeio à fronteira para ver como o outro país era belo. A princesa Joana também tinha ido dar um passeio à fronteira para ver como o outro país era belo. Eles dois encontram-se e apresentaram-se um ao outro. Eles falaram e brincaram. Já era tarde e o rei de Rico de mais e o de Chique de mais tinha ido ver onde estavam os seus filhos. Eles encontraram-se e disseram um ao outro que iam atacar o país, mais uma vez.

O pai do João prendeu-o no quarto dele, e o pai da Joana prendeu-a no seu quarto. O João fugiu e foi ajudar Joana a fugir também. Foi então que eles os dois fugiram para Pobre de mais, casaram-se e tiveram o seu filho.

Passados alguns anos, decidiram visitar o pai do João. O pai e a mãe dele ficaram muito contentes ao vê-lo, e o João tinha uma proposta: fazer aliança com o pai de Joana e juntar os dois países. O pai de João aceitou a proposta, mas era preciso ver qual era a resposta do pai de Joana. O pai de Joana ficou também feliz por vê-la e ela falou-lhe sobre a proposta e o pai dela também aceitou.

No dia seguinte, os reis fizeram a aliança e juntaram os dois países e depois da aliança o novo país ficou conhecido como Rico e Chique de mais e o João e a Joana eram os reis desse maravilhoso país.

E viveram felizes para sempre.

 

André

 

 

 

publicado por ML às 00:30

Quarta-feira, 08 de Outubro de 2008

                           

Há muito tempo atrás, nasceu uma menina cujo seu nome era Patty. Patty, até aos seus dez anos de idade, sempre estivera rodeada de amigos e ainda tinha uma família, mãe, pai, avós, e irmãos. Mas um dia tudo mudou. Esta começou a entristecer porque começou a aperceber-se de que o mundo não era perfeito como parecia. As pessoas eram falsas, interesseiras, rudes, pessoas sem coração.
No seu 5º ano de escolaridade teve que mudar de escola. Ao pensar que se iria separar de todos, começou a aperceber-se que ganharia mais amigos.
Três anos se passaram e, mais uma vez, se separou da sua turma mas, como sempre, ganhava novos amigos.
O seu único problema é que sempre que pensava que tinha feito novos amigos, enganava-se, pois estava sempre destinada a ser alvo de gozo. Em casa, Patty nunca dissera nada, pois, não quisera preocupar seus pais.
Os anos passaram-se e ela cresceu bastante. Aos 18 anos de idade foi tirar o seu curso para o Porto, e cinco anos mais tarde, já formada no seu curso de artes e design, conheceu alguém, alguém que pela primeira vez na vida não gostara dela por interesse, por pena, mas sim amor, um amor que nunca ninguém podia separar. Parecia que à face da terra eles eram os únicos verdadeiros amigos, amantes, apaixonados, sem mentiras, falsidade…Ou seja, amantes sem nada, mas com verdade.
Era bastante engraçado, pois se houvesse algum problema, resolviam-no em conjunto. Hoje em dia Patty é casada, com três filhos e ainda muito amada.
     
Era bom que todas as histórias de todo o mundo fossem assim... 
 
Patrícia
publicado por ML às 18:07

Sexta-feira, 03 de Outubro de 2008

Era uma vez uma vila que se chamava Tristevila , pois a população andava sempre triste e preocupada com a sua família e com as suas casas. 

Havia razões para isso, pois desde há uns tempos para cá tinha começado a haver alguns assaltos. Na Tristevila havia idosos, crianças, adolescentes e adultos. Nos últimos dias ainda só tinham assaltado o café da vila e a mercearia. O pior e que os assaltos não pararam, antes pelo contrário, aumentavam cada vez mais, pois agora também tinham começado a roubar as reformas aos idosos. Isto não podia continuar, e nem a polícia tinha muitas pistas. Sabiam apenas que os assaltantes eram três e que se vestiam de chineses. Não demorou muito até que a notícia se espalhou e chegou às outras cidades. Depois de a notícia ter passado por várias vilas, chegou a vila Heroína e o presidente da câmara assim que ouviu a notícia, decidiu fazer algo para ajudar e por isso mandou um dos seus melhores seguranças.

E lá foi o seu melhor segurança. Este esteve lá durante alguns meses a investigar, até que teve uma ideia:

- Tive uma ideia - disse ele

- Nenhum ladrão é perfeito, tem que dar pelo menos um passo em falso, e aí nós vamos apanhá-lo.

E assim foi. No último assalto que eles fizeram não usaram luvas, e foi por isso que os conseguiu apanhar no supermercado que tinha sido assaltado. Tiraram as impressões digitais, e foi aí que ele os apanhou.

E a partir desse dia nunca mais houve assaltos e a vila, em vez de se chamar Tristevila, passou a chamar-se Felizvila.

E viveram felizes para sempre…

       
Fátima A                              

 

 

tags: ,
publicado por ML às 22:41

Quarta-feira, 01 de Outubro de 2008

Era uma vez a Madalena, a Ana, a Raquel e a Mónica. Todas frequentavam o terceiro ano da escola de D. Sebastião, em Odeceixe. Apesar das diferenças físicas, estas quatro raparigas tornaram-se inseparáveis, pois tinham muitas qualidades em comum.  

Seguiram juntas até ao 10º ano, mas já a meio do primeiro período, a turma recebeu uma nova aluna, a Rita. Com o passar dos tempos a Ana foi-se aproximando da Rita, esquecendo-se das suas amigas, que apesar disso não lhe deixaram de falar.

No ano seguinte, a Rita teve que sair da escola, pois os seus pais iam para a Austrália e ela teve que os acompanhar. Já sem a companhia da Rita, a Ana voltou a procurar a amizade das suas velhas companheiras. Sem hesitação nem remorsos, a Ana voltou a partilhar o dia-a-dia e o espaço com a Madalena, com a Raquel e com a Mónica.

Com este gesto, a Ana ficou a conhecer o verdadeiro sentido da «AMIZADE».

 

 Catarina

 

 

 

publicado por ML às 21:59

Domingo, 28 de Setembro de 2008

 

 

 

Este espaço, sob a orientação da professora de Língua Portuguesa, destina-se aos alunos do 7ºE que queiram partilhar ou manifestar a sua opinião relativamente à vida escolar, bem como a divulgar os seus trabalhos, projectos, actividades e outros.

Será também uma forma de motivar os alunos para a comunicação, para a leitura e para a manifestação dos seus sentimentos e opiniões, ou seja, um bom meio para o desenvolvimento do espírito crítico.

Através do blogue, os alunos terão a possibilidade de partilhar com uma vasta comunidade aquilo que aprenderam - uma visibilidade muito maior que a cartolina na parede da sala de aula, ou a exposição escolar no final do ano lectivo.

Desejamos a todos um excelente ano lectivo.

Visitem-nos e deixem a vossa opinião!

Maria

publicado por ML às 23:04

mais sobre mim
pesquisar
 
Abril 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10

12
13
14
15
16
17
18

19
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


Últ. comentários
renato o teu texto esta espetacular!!!!!!!!!!!!!!!...
Está lindo!!
ola...o nosso blog esta 5*...esta magnifico...ador...
Parabéns pelo Blogue! Foi uma excelente ideia. em ...
oi Patricia gostei muito mas mesmo muito do teu co...
boa ta espetacular..diz tudu akilo ke e verdade......
ta bué fixe..............
claro que é o melhor blog!!!! 7ºE beijos para todo...
esta história esta muito gira, vê-se mesmo de quem...
está muito gira esta história Patríciabeijos
Bem sempre o que me costumam de dizer e que um aut...
Que bonito conto! " Parabens Catarina o conto está...
Está muito giro o nosso blog!É sem duvida o melhor...
yooooo o melhor blog da net claro tinha que ser do...
arquivos
2009

2008

subscrever feeds

blogs SAPO


Universidade de Aveiro